Doe Orgãos

O desejo de ser ou não um doador de órgãos depende única e exclusivamente de um gesto simples, que deve ser manifestado pelas pessoas a todos seus familiares. Afinal, na legislação brasileira não há nada que diga respeito sobre este ato nobre que pode salvar a vida de várias pessoas. Mesmo que você deixe algo registrado por escrito, a doação só será realizada se seus familiares estiverem conscientes deste seu desejo. Por isso, a importância de conversar com a família sobre este tema.

 

Juntos podemos fazer uma grande corrente pela vida.

Não deixe escapar das suas mãos a oportunidade de salvar vidas.

Para ser doador, converse com os seus familiares.

A vontade é sua! A decisão é deles!

 

A última impressão é a que fica. Avise a sua família e deixe que a sua melhor impressão viva para sempre!

 

Estudos mostram que a intenção em ser um doador é muito maior do que o número real de doadores. A principal causa de recusa é o desconhecimento da família sobre a vontade de seu familiar. Vencer esta barreira só depende de um gesto simples: fale com a sua família! Este ato pode salvar a vida de milhares de pessoas que hoje esperam por uma doação.

A vida é feita de conversas. Basta uma para salvar vidas. Doar órgãos é uma decisão sua, mas é a sua família quem fala por você quando chega a hora de ajudar a quem precisa. Por isso, é muito importante ter esta conversa e expor o seu desejo de um dia salvar vidas. Doe órgãos! Doe vidas!

 

Doar órgãos é um ato de amor e solidariedade

 

Lembre-se: "Quando um transplante é bem sucedido, uma vida é salva e com ele resgate-se também a saúde física e psicológica de toda a família envolvida com o paciente transplantado".

 

Contato: A CIHDOTT atende no predio A do Hospital Tacchini, na sala ao lado da Capela. O horário é de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h. Telefone (54) 3455-4229 ou ramais 4229 ou 7107; e-mail:opozeni@tacchini.com.br